Obras com pare e siga nas BRs-251 e 116 são retomadas a partir desta quarta

Intervenções são realizadas pela concessionária responsável pelo trecho mineiro das rodovias e haviam sido suspensas durante o feriado de 7 de setembro.

Obras com pare e siga nas BRs-251 e 116 são retomadas a partir desta quarta
Pare e siga no trecho mineiro das BRs 251 e 116 — Foto: Ecovias das Gerais

Por :Marina Pereira, g1 Grande Minas

O trânsito em trechos das BRs-251 e 116 voltou a ser operado no sistema pare e siga a partir desta quarta-feira (9). As intervenções são realizadas pela concessionária responsável pelo trecho mineiro das rodovias e haviam sido suspensas durante o feriado de 7 de setembro.

As obras fazem parte do Plano de 100 Dias da concessionária, que prevê a recuperação de pontos considerados críticos das rodovias. Entre os serviços estão a recuperação do pavimento, a instalação de dispositivos de segurança e ações de conservação, como roçada, poda de árvores e pintura de guarda-corpos de pontes.

Segundo a Ecovias das Gerais, as intervenções ocorrem das 7h às 18h. Na BR-251, as alterações são realizadas em trechos de Montes Claros, Francisco Sá e Grão Mogol, para serviços como sinalização horizontal e reparos no pavimento.

Na BR-116, as obras ocorrem em Divisa Alegre e na comunidade de Chonin, em Governador Valadares.

Pedágio

As duas rodovias terão pedágio sem cabines e sem cancelas. Segundo a concessionária que administra o trecho mineiro das rodovias, o modelo, chamado free flow, faz a cobrança eletronicamente por meio de equipamentos instalados sobre a pista, capazes de identificar os veículos em movimento e registrar a passagem automaticamente. O início da cobrança está previsto para o mês de dezembro.

A tecnologia substitui as tradicionais praças de pedágio por pórticos equipados com câmeras e sensores, capazes de identificar os veículos em movimento e realizar a cobrança sem necessidade de parada.

No sistema, a identificação dos veículos ocorre por meio de uma tag eletrônica instalada no para-brisa ou pela leitura da placa por câmeras de reconhecimento óptico de caracteres (OCR). Os sensores também classificam os veículos conforme altura, largura, comprimento e número de eixos, garantindo a cobrança da tarifa correspondente à categoria.